Política há 1 hora Publicado em 12/10/2026 às 12:51 Redação

Marcos Rogérios começa a pensar no seu time! Primeiros dois nomes começam a ser comentados nos bastidores

MARCOS ROGÉRIO COMEÇA A PENSAR NO SEU TIME. PRIMEIROS DOIS NOMES COMEÇAM A SER COMENTADOS NOS BASTIDORES

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Marcos Rogérios começa a pensar no seu time! Primeiros dois nomes começam a ser comentados nos bastidores

 A equipe de Marcos Rogério já se prepara a transição. O governador Marcos Rocha já determinou ao grupo que ele nomeou, para começar a tratar da sucessão com o time do governante recém eleito. Ao mesmo tempo, Marcos Rogério já está tratando de montar a equipe com que iniciará no comando do Estado, a partir de 5 de janeiro próximo.

          Nos últimos dias, Rogério se concentrou em Brasília, onde fez questão de entrar de corpo e alma na campanha de seu amigo pessoal Flávio Bolsonaro, neste segundo turno da disputa presidencial, mas, é claro, já está pensando na montagem do time de governo.

          Claro que tudo ainda está sendo tratado em sigilo, mas pelo menos dois nomes têm sido ouvidos, nos bastidores, como certos na próxima administração estadual. O primeiro deles, por óbvio, é o do próprio vice, Rodrigo Camargo, que pode ser o novo secretário de segurança do Estado, por ser policial e conhecer profundamente as questões ligadas ao setor.

           Outro que estaria mandando fazer o terno da posse, seria o ex-deputado Leudo Buriti, muito ligado a Marcos Rogério e um dos principais coordenadores da sua campanha. Nada oficial, claro, mas o nome de Leudo estaria como o mais forte para assumir ou a Casa Civil ou outra função importante no primeiro escalão.           

             Há ainda possibilidade de o prefeito Léo Moraes sugerir algum nome, devido à forte parceria com Rogério e ao grande apoio que deu a ele na eleição. É claro que tudo é especulação, até porque este tipo de decisão jamais é tornada pública, ao menos até que se torne realidade.

               Entre os deputados eleitos e reeleitos à Assembleia Legislativa, pode ser que alguém seja convidado, abrindo espaço para suplentes, mas isso também fica, por enquanto, no contexto das especulações 

               Por enquanto, Marcos Rogério fala abertamente mesmo apenas sobre a necessidade do seu Estado dar a Flávio Bolsonaro uma vitória ainda mais estrondosa do que deu no primeiro turno. Portanto, só depois de 25 de outubro é que podem começar a se tornar públicas algumas decisões do novo Governador, inclusive em relação à sua futura equipe.

INGRESSANDO NO FUNÉREO CAMPO DA DERROTA, TALVEZ SEJA A HORA DOS ESQUERDISTAS REZAREM POR UM MILAGRE! 

         O que se vê, a duas semanas da eleição, é o desespero do grupo governista, com a reeleição entrando quase no patamar do impossível. Pior: praticamente todas as táticas, tentativas, iniciativas para tentar reverter o que, parece, a imensa maioria dos brasileiros já decidiu, estão dando errado. Inclusive as táticas de baixaria.

         Os aliados, aliás, estão “ajudando” Lula a ingressar no triste e funéreo campo da derrota. Incluindo a Primeira Dama, que tem dado palpites infelizes. Contratar a deputada federal mais votada de Minas para coordenar as redes sociais, por exemplo, foi outro tiro que saiu pela culatra 

         Recém eleita, sucesso nas urnas, Ana Elisa é destruída pela direita, nas redes sociais, por várias publicações que fez em passado recente, como, por exemplo, pedindo que Lula fechasse as igrejas evangélicas no país; censurasse as redes sociais e, ainda, fez com publicações defendendo o aborto, à base de palavrões, entre outras heresias.

         Outro fato terrível para a campanha petista, foi a publicação da Revista Veja, em que Daniel Vorcaro conta que pagou 30 milhões de reais a Lula, para facilitar seus negócios. E mais: que o financiamento ao filme de Jair Bolsonaro, pedido por seu filho, Flávio, teria sido feito dentro da legalidade. Foi mais um tiro no peito dado na já fragilizada campanha do PT.

         No entorno do Presidente, as críticas já começaram. A derrotada Simone Tebet, ex-Bolsonaro e agora caminhando para ser ex-Lula, pediu “menos Janja e mais Geraldo Alkmin’’, sugerindo que a Primeira Dama dê menos pitaco e que o vice Alkmin apareça mais na campanha.

         As más notícias não param. Pesquisas que estão sendo feitas por institutos que não fazem parte daquele time que nunca acerta e sempre beneficia só um lado com seus resultados (erraram em São Paulo, erraram feio no Rio de Janeiro, erraram em Minas, erraram no Brasil!) já dão Flávio com mais de cinco pontos à frente de Lula.

         Para atrapalhar ainda mais Lula e causar a ojeriza em milhões de brasileiros, seu aliado até há pouco (parece que não é mais!) Alexandre de Moraes, decretou a prisão, sem qualquer chance de que isto aconteça, do irmão de Flávio, o exilado Eduardo Bolsonaro, causando ainda mais danos ao petismo e à esquerda.

         Enquanto isso, a direita comemora a adesão de pelo menos três dos que disputaram a Presidência; de entre 13 e 14 governadores eleitos; de 49 senadores e também da ampla maioria dos novos deputados federais. Além do PL, já tem apoio de vários partidos do Centrão e todos os dias soma mais alguém importante ao seu lado.

         Embora céticos ou ateus, talvez seja a hora dos esquerdistas tentarem a alternativa da reza. Porque, a continuar assim, só como milagre, para conseguirem reverter o que parece irreversível no 25 de Outubro!

ALGUÉM SABE O QUE ESTÁ PENSANDO MARCOS ROCHA PARA DEPOIS DE DEIXAR O GOVERNO?

           Se há um mistério no mundo da política e do poder, em Rondônia, ela se relaciona com o futuro do governador Marcos Rocha. A 85 dias do 5 de Janeiro, quando ele passará a faixa para seu sucessor, Marcos Rogério, provavelmente apenas algumas poucas pessoas mais próximas a ele, sabem quais serão os caminhos que o governante de Rondônia de oito anos seguirá.           

          Neste momento em que está viajando pelo exterior mais uma vez (está na Espanha, numa feira internacional de frutas) Marcos Rocha há prepara as malas para sua última ida ao exterior. Será em novembro, numa feira sobre o meio ambiente na Turquia. Quando retornar, terá contabilizado uma série de viagens ao exterior.          

         Nem antes e nem depois de suas múltiplas viagens, o Governador falou sobre suas missões, a não ser pelas redes sociais. Não houve matérias oficiais da Secom, nunca se soube o roteiro e nem de outros detalhes. Em alguns casos, com resultados positivos, o próprio Marcos Rocha divulgava algumas informações apenas pelo Instagram ou outras redes.

           Foi numa dessas idas ao exterior, que começou a crise com seu vice, Sérgio Gonçalves. Marcos Rocha estava em Tel Aviv, quando houve uma série de ataques de mísseis. Rocha e membros de sua comitiva tiveram que se proteger em um bunker, até que ele conseguiu sair do país. Nesse ínterim, Gonçalves recorreu à Justiça para assumir o governo. Rocha considerou uma traição. 

            Dali em frente, os problemas se sucederam, culminando com o rompimento e com a decisão de Marcos Rocha de não concorrer ao Senado e permanecer até o final do seu governo. A batalha contra o vice atingiu em cheio os planos do Governador; da primeira dama, Luana Rocha e do irmão dele, Sandro, que também não puderam disputar cargos eletivos.

         Em viagens anteriores, o presidente do Tribunal de Justiça assumiu o Governo. Nesta, Sérgio Gonçalves ficou como governador interino.

VICE DE MARCOS ROCHA FEZ CAMPANHA PARA MARCOS ROGÉRIO E DIZ QUE A ESCOLHA DO ELEITOR “FOI O MELHOR PARA RONDÔNIA!” 

         Por falar em Sérgio Gonçalves, numa conversa com o apresentador Marcelo Régis, ele contou que votou em Marcos Rogério; que a escolha dele pela população “foi a melhor para Rondônia” e que ele, Sérgio, não pensa em disputar eleição, o que decidiu depois de oito anos como vice-governador.

          O conflito com o Governador marcou o atual segundo mandato de Marcos Rocha. Em seus primeiros quatro anos, o vice foi o empresário de Rolim de Moura, Zé Jodan com quem Rocha teve um relacionamento sem qualquer atrito.

           No segundo mandato, quando Júnior Gonçalves era seu braço direito e ajudou a reelegê-lo, Rocha tinha várias opções para ter como vice. Decidiu escolher o irmão de Júnior, Sérgio Gonçalves. “Foi uma escolha pessoal minha!”, sempre repetiu o Governador.

           No meio do ano passado, começou o confronto, logo depois da volta de Rocha de Israel. A partir dali, foram só problemas. Júnior Gonçalves saiu da Casa Civil. O Governador, que se preparava para disputar uma vaga ao Senado, com chances reais, preferiu o prejuízo político e a entregar o poder ao seu vice.


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